• MARIO BASTOS

Procurando eu mesmo


Vivemos num mundo, onde existem bilhões de pessoas, com suas personalidades, modos de vida, jeitos, trejeitos, pontos de vida e opiniões diferentes.

Uma concentração descomunal de pessoas, vivendo e convivendo na mesma cidade, todos os dias num “carrossel de emoções”.

Pensando nisso, eu me questiono: “Por que no meio de toda essa gente, existem pessoas que querem dominar, possuir, aprisionar, praticamente “sequestrar” a alma do outro, e esse outro normalmente é o mais próximo, às vezes um filho, um marido, um amigo ou até mesmo um parente próximo?”

O pior é que a pessoa não enxerga, não sente o que está acontecendo a sua volta, pois ser o “aprisionador”, o “possuidor”, é como ter uma conduta que acha normal. Se sente uma pessoa que não comete erros, que não prejudica ninguém, pois afinal ele ou ela está “cuidando”, se “preocupando“ com o próximo. Ainda afirma que o próximo é que não está entendendo o que ele(a) quer com relação a sua “vítima”, vítima esta que acaba, com o tempo se afeiçoando, se apaixonando e até mesmo criando fortes vínculos, atitude esta conhecida também como Síndrome de Estocolmo.

Precisamos atentar muito bem as nossas relações interpessoais, pois nem sempre é benéfica, pois quando caímos na mão de um tipo desses, precisamos imediatamente nos livrar desses “tentáculos” e tentar viver uma vida normal com essa pessoa, mostrando que se pode criar um vínculo, mas que esta convivência não precisa ser doentia pode sim ser saudável, onde o respeito impere e que o único caminho é a paz e o amor.

“Preciso me encontrar, antes que o outro me esconda de novo”.

Mario Bastos


0 visualização

Avenida Rudolf Dafferner, 400 - Praça Maior - Boa Vista - Sorocaba/SP

© Mario Bastos - Desenvolvido por Infoqplan Performance Digital