• MARIO BASTOS

Buscando a Verdade


Lembram-se quando nossas mães nos chamavam, olhavam bem dentro dos nossos olhos, e indagavam: “ Olhe para mim, para os meus olhos, e me diga a verdade”, uns devem estar se recordando e rindo, outros chegam até a se arrepiar, pois quando nossas mãe nos chamavam, dava aquele frio na barriga, ficávamos “duros” da cabeça aos pés, mas não tinha outro jeito, encarávamos nossa querida mãe, e lá nos declarávamos “culpados” ou “inocentes”.

O tempo passou, crescemos, amadurecemos e muitos de nós nos transformamos em pais ou mães e estamos vivenciando a mesma situação com nossos filhos , só que agora “do lado de cá”, então, podemos agora começar a refletir sobre a situação de uma forma única.

Todos nós que agora somos pais e mães, damos total razão aos nossos queridos pais, pois nada mais importante, verdadeiro e honesto que a verdade, como as mulheres sempre dizem aos seus parceiros: “Por pior que seja a verdade, eu quero saber”. Por esse motivo entre outros é que gostamos e precisamos ter a realidade da verdade, ao invés da ilusão da mentira.

A verdade pode ser dura, cruel, mas sempre será a verdade, pois não existem duas verdades para a mesma situação, existem sim duas ou mais versões. A verdade abre portas, alivia o fardo, liberta, faz você voar sem asas, há lugares nunca antes visitados ou sentidos.

A maior emoção de conviver com a verdade é a serenidade, a simplificação da vida, pois quem vive na mentira e de mentiras, precisa ficar montando estratagemas, histórias e fica carregando uma “armadura” muito pesada ao ponto de perecer o corpo, o espírito e a alma.

“Simplifique sua vida, seja feliz, viva a verdade”.


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