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Vamos falar um pouco de amor

19/03/2015

Pergunto para alguém: “O que é o amor?”, com certeza terei respostas bem elaboradas, rapidamente e recheadas de palavras bonitas. Faça essa pergunta, mas vou dar-lhe uma dica, quando a pessoa estiver falando olhe dentro dos seus olhos e procure observar como o seu corpo se movimenta enquanto ela responde.
Eu comentei tudo isso para que você entenda como muitas pessoas amam “da garganta para fora”, pois nessa vida agitada e vivendo na “sociedade descartável”, primeiro vamos comentar rapidamente da vida agitada que a maioria das pessoas vivem e convivem, pois sempre comento quanto maior a velocidade, menor a riqueza dos detalhes, que é o grande diferencial da vida, e amar é observar, sentir e conviver cada minuto o outro.
A sociedade “descartável” merece um também um minuto para reflexão, pois estamos imersos nela, e nem estamos fazendo conta disso, há anos atrás, por exemplo, quando quebrava um eletrodoméstico, nos dirigíamos a uma empresa que consertava esses equipamentos, para que o mesmo recebesse cuidados para arrumar e assim vivíamos nossa vida, atualmente com a série de facilidades e conveniências nós nem nos preocupamos mais em levar nada para consertar, simplesmente jogamos fora, e com essa maneira moderna de ser, tudo que “quebra”, ou “perdemos a vontade”, nós jogamos fora e trocamos por outro, isso fazemos com roupas, equipamentos, e o mais interessante, fazemos isso com nossas relações afetivas, amigos, parceiros e companheiros.
Mas onde então está o amor? Será que ele ficou descartável? Perdeu a força? ou ele não existe mais? Muitas perguntas e poucas respostas. Baseado numa estatística, a palavra amor é a mais consultada na internet, mais falada nos meios de comunicação, mídias sociais, mas não tão utilizada por quem proferi ou escrevi esse vocábulo tão forte. Os poetas escrevem, os compositores escrevem, os artistas cantam e falam, os religiosos pregam e difundem, então eu pergunto: “Por que o amor não vinga e todo mundo compartilha o mesmo?”.
Hoje em dia as pessoas pensam somente em si, nas suas coisas, interesses, enfim no “próprio umbigo”, e isso faz com que o ego tome conta das pessoas e os deixam cegos. Outros amam, mas impõem uma ou várias condições para amar o outro, mas a maioria infelizmente nem sabe o que é o amor, pois foram criados num meio onde outros sentimentos imperam, como o ódio, a violência, tristeza e medo.
Então que comecemos a refletir, o que queremos e como queremos: amar o próximo, a ti mesmo, mas que seja o amor perfeito, aquele sem condição, sem medida e sem medo de se magoar, pois a mágoa é aprendizado é amadurecimento, mas na medida certa, porque o amor é a essência da vida, o bálsamo que cura, o que movimenta e dá gosto à vida e a vontade de viver intensamente.

“Amor, o único sentimento que faz você viver a essência da vida”.
MARIO BASTOS

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