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Não acredito

19/03/2015

As pessoas vivem umas convivendo com as outras, durante meses, até mesmo durante anos, muitas chegam a conclusão que essas pessoas com as quais convivem efetivamente não as conhecem.
Existe um antigo ditado popular, que diz o seguinte: “Quer conhecer uma pessoa, coma um quilo de sal com ela”, nada mais é de que precisamos conviver com as pessoas, para conhecê-las, agora lhes pergunto: “Você conhece seu amigo?” Amigo, marido, esposa, noivo, noiva, enfim, a pessoa mais próxima de você, poderia afirmar que a conhece bem?
Sem desanimar, gostaria que você refletisse, pois existe um princípio básico para convivência com outrem, é o respeito a individualidade, a liberdade do outro. Vamos dar o exemplo de uma união entre duas pessoas, claro que existem exceções, mas normalmente pelas carências que as pessoas carregam nas suas vidas, quando elas têm alguém ao seu lado, se apropriam dessa pessoa como se ela fosse propriedade dela, com escritura passada e tudo e daí por diante procuram manipulá-la como se tivessem esse poder e direito, sem ao menos consultar se essa pessoa está disposta a tal.
Existem outras regras de convivência, mas por este exemplo que já indiquei acima, podemos imaginar tantos outros desse nível, enfim, você não acredita como que com o passar dos anos uma pessoa pode mudar tanto ao ponto de tornarem-se um desconhecido e diante disso você se frustra e vai cada vez mais se deprimindo e “morrendo” por dentro.
A pior morte é a morte do seu “eu”, perder toda e qualquer expectativa de vida, ver morrer cada sonho seu não realizado, porque alguém o impediu ou não lhe incentivou a realizá-lo. Acredite, existe vida além da sua existência, além do sentimento de perda, do sofrimento e principalmente lhes digo, ninguém nasceu para ser infeliz, nós é que escolhemos nosso caminho, temos o livre arbítrio de escolher o parceiro (a) e ou companheiro (a) de vida.
Realmente, não acredito como existem pessoas que vivem amordaçadas e violentadas no seu “eu”, verdadeiros zumbis, vagando por esse mundo, sempre controlados por uma pessoa possessiva e irascível, ao ponto de prender outro ser humano e privá-lo da liberdade. Não podemos ser passíveis e devemos ver tudo isso, sem perder a crença que é possível ser feliz.
Não se rendam diante das adversidades, obstáculos e pessoas infelizes, que querem simplesmente que você fracasse. O fracasso só e sentido para os perdedores, perda, nada mais é do que aprender como não fazer novamente a mesma coisa. Só assim você irá crescer espiritualmente e intelectualmente.

“Quer buscar a felicidade? Acredite em si mesmo!”
MARIO BASTOS

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