© Mario Bastos - Desenvolvido por Infoqplan Assessoria Digital

Avenida Rudolf Dafferner, 400 - Praça Maior - Boa Vista - Sorocaba/SP

Mais uma noite

18/03/2015

Nas nossas vidas, vivenciamos várias situações, as quais normalmente não damos o devido valor , uma vez que não dispomos de tempo e muito menos de vontade.
Tais situações são compostas de mensagens extremamente importantes, com uma série de informações, mas como o nosso cérebro está programado apenas para absorver com mais facilidade as informações que nos deprimem, nos sacrificam, nos deixam “down”, através dos nossos modelos mentais, justamente para nos deixar “acorrentados” a nossa tão e famigerada mente, a qual nos escraviza a todo o momento, damos muita importância a coisas ruins.
Agora vou lhes contar uma novidade, que na realidade não tem nada de novidade, mas ninguém se atenta a isso, então lá vai: ”Você é livre, possui o livre arbítrio para dar o rumo que quiser a sua vida”, estranho falar que sou livre, mas te digo, muitos falam mas vivem acorrentados aos outros ou a alguma situação, assim não permitem que o ser humano siga em frente na sua jornada de vida.
E por que isso acontece com a maioria das pessoas?, porque elas são regidas pelo maior e pior sentimento que o ser humano pode carregar consigo e você tem idéia de qual seja esse sentimento? O MEDO, sim, o medo, pois não existe nenhuma pessoa neste mundo que não possua esse sentimento por menor que seja.
Uma barata, uma cobra, o boi da “cara preta”, o homem do “saco”, entre outros, andei perguntando à algumas pessoas, qual seria o maior dos medos, e muitas delas me disseram que seria o medo da morte, através de pesquisas, cheguei à seguinte conclusão, conforme a civilização dos antigos Toltecas, que viviam nos Andes, civilização esta que antecederam os astecas e os maias, eles acreditam que o pior dos medos é o medo de viver, pois nós não vivemos como nós queremos, e sim como os outros querem, como por exemplo, nossos pais, nossos amigos, a sociedade, etc.
Com toda essa estrutura a sua volta você deixa de ser você e passa a ser o que os outros querem, e com isso você perde a sua identidade e passa a ser o que a sociedade quer que você seja.
Baseado neste fundamento comece a sentir que é possível sair dessa situação, basta que você se conscientize e comece a reagir, aproveite os momentos especiais, como por exemplo, as noites que “caem” todos os dias na sua vida, e na sensibilidade e no silencio dela, e saiba que poderás ser feliz.

“A noite será sempre a tua confidente e o coração o teu protetor”.
MARIO BASTOS

Compartilhar no Facebook
Compartilhar no Twitter
Compartilhar no Linkedin
Please reload

Destaques
Posts Em Destaque

TELA AZUL

15/11/2019

1/6
Please reload

Artigos Recentes

15/11/2019

19/10/2019

Please reload

Siga
  • Facebook Basic Square
  • Google+ Basic Square
  • Twitter Basic Square