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De volta a Atenas

18/03/2015

Esta semana apreciando às noticias no mundo do esporte, me peguei assistindo as para-olimpíadas, aquela que recebe atletas deficientes de qualquer ordem, do mundo inteiro, sendo realizada também em Atenas na Grécia.
Este evento, eu recomendo que todas as pessoas assistam, nem que seja por poucos minutos, mas solicito que quando estiverem assistindo tal programação, prestem atenção a todos os detalhes. Pois são esses detalhes que irão transformar a sua, ou melhor, as nossas vidas.
Pessoas “iluminadas”, abençoadas por Deus, pela força de vontade que cada um deles possui dentro de seus corpos e suas mentes, e principalmente em seus corações.
Assisti uma prova de natação aonde mais importante que vencer a prova para alcançar o sonho da medalha, era vencer as barreiras da superação do próprio corpo. “Uma nadadora sueca, com seus micros” braços, e mãos menores que as normais, se atirou na água a fim de vencer a prova, mas chegou no último lugar, lugar este que não reflete a grandeza dessa mulher.
E no basquete, com aqueles atletas se equilibrando em cima de suas cadeiras de rodas, as quais em certos momentos sob apenas uma roda, correndo para lá e para cá, em busca de uma vitória no placar.
E neste momento você está pensando: “Eu assistindo a tudo isso, e olho para mim e o que enxergo? Uma pessoa normal, provida dos cinco sentidos em perfeita ordem, e às vezes me pego falando mal da minha própria vida”.
Pois é, tal atitude é normal, pois somos seres eternamente insatisfeitos, mas não é esse caminho que quero trilhar, e sim vamos utilizar a insatisfação a nosso favor, sim a nosso favor, pois precisamos diariamente nos superar, mas após essa superação, olhar para trás e reparar o caminho que trilhamos para atingir o objetivo traçado.
Paralisia cerebral, deficiência na visão, cegueira total, deficiência nos braços ou nas pernas, mas observe após cada prova ou jogo, o sorriso estampado no rosto, à felicidade de ter chegado ao fim da contenda. Agora vou lhe orientar: “Procure conhecer ou se relacionar com uma pessoa deficiente e veja qual a visão do mundo que ela possui qual o seu objetivo de vida”.
Quando era adolescente, conheci um senhor tetraplégico, enfim entrevado numa cama, e só mexia e ainda muito pouco e com cuidado a cabeça, seu nome era Nilton.
Um dia tive a oportunidade de conversar com ele, e curioso que era para perguntar o que teria acontecido para ele chegar a aquela situação, se ele era feliz, o que ele sentia etc.
E com um sorriso entreaberto em seus lábios ele me confidenciou que era um homem de posses, um verdadeiro playboy, mas somente começou a valorizar a vida após um acidente automobilístico, que o deixou naquele estado. Intrigante este depoimento, mas era a mais pura verdade.
Então meus amigos, espero que vocês não aguardem acontecer nem figurativamente este acidente em suas vidas, pois não saberá qual vai ser a sua reação e muito menos o caminho que você vai trilhar.

“Antes que um furacão chegue a sua vida, procure saber
de onde ele vem, e para aonde ele vai seguir”.

 


Mario Bastos

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