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A dor da Realidade

18/03/2015

No decorrer de nossas vidas, tomamos decisões, escolhemos caminhos a seguir, mas na maioria das vezes não conseguimos mensurar o resultado dessas escolhas.
Uma oportunidade de emprego, um casamento, um negócio, um filho, temos que deixar bem claro em nossas mentes que para cada escolha, há uma conseqüência.
No caso de um filho, falamos do verdadeiro sentimento, o verdadeiro amor, o amor de pai para com um filho e sabemos durante nossas vidas histórias de pais que deram suas vidas pelos filhos e quase nunca ao contrário.
Muito bem, quando você escolhe por não interferir no destino de seu filho, lhe oferece exemplos de conduta, comportamentos, etc, e o deixa livre para escolher quais seus caminhos a trilhar e apenas o ama, mas nunca deixando de lado que o amor é a maior proteção que um pai pode fornecer ao seu filho, porque o amor retira qualquer pessoa de uma situação difícil.
Com este tipo de atitude - a de deixar seu filho caminhar, automaticamente, ele começar a acrescentar em sua vida “bagagem própria”, acresce maneiras de viver e sobreviver e assim vai amadurecendo e se tornando cada vez mais “dono” de sua vida.
Nem sempre é assim que funciona, existe um “efeito colateral” que apenas alguns pais sentem, é o efeito da “independência precoce”, seguida de “cegueira situacional”, trocando em miúdos, ele (o filho) simplesmente ignora sua postura e seu sentimento de pai, diz para os quatro cantos do mundo que “se criou sozinho” e que não depende de ninguém, a fase para reforçar esse sentimento é a da adolescência, na quais todo jovem acha que o mundo gira em torno dele e que ele é o dono da verdade.
Todo aquele sentimento de amor que você deixou a disposição de seu filho, para que ele lançasse mão a qualquer hora do dia ou da noite, de domingo a domingo, doze meses do ano, durante uma vida inteira, torna-se um “nada”, uma massa incompreendida, que não vale de absolutamente nada para continuar amparando e acompanhando seu filho na sua jornada aqui na terra.
A dura e nua realidade da vida está diante de nossos olhos para ser vivida e sentida, o que nos basta é aceitar e tirar como aprendizado para nossas vidas, o principal é continuar cada vez mais amando e muito nossos filhos e todas as pessoas de uma maneira geral, pois somente o amor “alinhava” a colcha de retalhos que são nossas vidas.

“A dura realidade da vida é negar a nós mesmos o direito de escolher”.
Mario Bastos
 

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