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A arte de viver

18/03/2015

Desde os primórdios da humanidade, o ser humano procura conviver com o habitat em qual ele vive, caçando para se alimentar, procurando um local para morar, relacionando-se com outras pessoas, se reunindo em tribos, repelindo os agressores e correndo para não morrer nas “garras” dos seus predadores.
Agora vamos analisar, será que milhões de anos após o que eu acabei de relatar sobre o início da humanidade as coisas mudaram?
Acredito que as coisas não mudaram muito não, só apenas se adaptaram máxima essa que o pesquisador Charles Darwin apregoava que somente os que se adaptam sobrevivem e não os mais fortes, na sua teoria da evolução.
Continuamos a “batalhar” pelo nosso sustento, nosso emprego, continuamos a nos reunir em “tribos” ou as conhecidas “panelinhas” no nosso ambiente de trabalho, ou em grupos de amigos, aonde desfrutamos normalmente das mesmas idéias e conceitos ou até o mesmo time de futebol.
Agora, será que ainda precisamos ter os mesmos comportamentos que os nossos ancestrais tinham? Um efetivamente “matando” o outro para sobreviver, sangrando, fazendo o seu parceiro sofrer diante de certas situações constrangedoras, rindo da “desgraça alheia” como dizem por aí, gargalhando de uma pessoa que escorrega na sua frente caindo no chão?
Seria bom, pois nunca é tarde para os conceitos serem avaliados, e recomeçarmos a desenvolver dentro de nós uma nova maneira de viver, aonde o nosso principal objetivo era fazer com que o nosso próximo compartilhasse das nossas vitórias, alegrias, que estendêssemos nossa mão em sinal de afeto e carinho para apoiar, por exemplo, a pessoa que amamos de verdade sem interesse algum, fazer sem cobrar nada, “enterrar” o interesse nas pessoas, e principalmente aceitar o seu próximo da maneira como ele se apresenta para você, com seus defeitos e qualidades, pois assim seriamos mais sinceros uns com os outros e a partir desse momento o amor regeria nosso mundo e não teríamos tantos dissabores em nossas vidas.

“Viver é saber reconhecer o que existe de bom dentro de cada um, sem cobrar nada em troca”.Mario Bastos

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