• Mario Bastos

Quando você acha que acabou, a vida continua

Durante nossa infância brincamos de super. herói, de mocinho e bandido, de cientista, com os amiguinhos, ou até mesmo sozinhos, criando e inventando o tempo todo, uma verdadeira máquina de criar. Vem a juventude e começamos a utilizar nossa criatividade para outras coisas, como por exemplo, usar uma estratégia para arrumar uma namorada, mas aí começa a aparecer em nossas vidas, uma SENHORA que até então, praticamente não conhecíamos- “A sociedade”.

Aquela que procura reger a nossa vida e de todos, dizendo o que devemos fazer ou não. Como se vestir, comer, se expressar, andar, enfim, ela vem com uma roupa de “gesso”, para vestir-nos e deixar-nos totalmente engessados, principalmente para que o nosso cérebro seja dirigido, por programas mentais que ELA nos proporciona.

Programas mentais, são coisas que fazemos, sem saber o porquê. E quando alguém pergunta por que fazemos tal coisa, simplesmente respondemos que não sabemos, mas que nosso avô fazia, nossos pais fazem e por isso repetimos, sem questionarmos porquê. Então, precisamos acordar, começar a realizar coisas simples, como por exemplo, procurar levantar pelo outro lado da cama, do qual estamos acostumados, nos enxugarmos de uma maneira diferente, da qual fazemos normalmente, comer no restaurante, um prato que nunca comemos, entre outras coisas. Começar a trabalhar o lado direito do nosso cérebro, para que possamos fazer a diferença, em nossos trabalhos, em nossas vidas pessoais. Reconheço que retomar esse lado criativo, no início fica difícil, mas antecipo que é importante recomeçarmos.

O mundo é um paradoxo, pois ao mesmo tempo em que nos “engessa”, ele pede para nós a todo o momento, para sermos criativos.

Muito bem, diante desse desafio, procuremos mudar nossas vidas, vamos sair do cotidiano, passemos a enxergar o mundo nos seus detalhes, observemos muito, escutemos mais do que estamos acostumados a falar, pensemos, reflitamos muito sobre tudo em nossas vidas, caminhemos no meio dos nossos expedientes de trabalho, vamos rir, ou melhor, gargalhar, vão nos achar meio loucos, mas tudo bem, antes um louco feliz, do que um “normal” entristecido. Saiamos da rotina procuremos o melhor para nós, sejamos felizes, sonhemos, mas procuremos realizar nossos sonhos, porque mais importante do que sonhar é realizar, mesmo que não cheguemos a um resultado esperado, mas saibamos que chegaremos lá.


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