• MARIO BASTOS

Realmente eu não entendo


Existe um ditado que diz: “Quanto mais sei, sei que nada sei”, me considero uma pessoa relativamente sociável, observadora que procura entender o outro e acima de tudo procura proporcionar ao próximo, motivos para conhecer o real sentido da vida, com a minha pouca experiência de vida, mas muita vontade de acertar.

Agora eu me pergunto, por que as pessoas preferem viver de personagens a serem elas mesmas? Por que as pessoas preferem ter do que ser? Poderia discorrer mais questões, mas com certeza ficaria pelo resto da minha vida buscando o impossível.

A maioria das pessoas prefere viver com suas pesadas armaduras e mascaras do que serem elas mesmas, com medo de se machucar e assim saem agredindo e machucando os outros, inadvertidamente sem dó e nem pensando nas consequências dessas atitudes.

Como seria mais fácil se as pessoas fossem realmente o que elas são, com humildade, verdade e principalmente respeitando sua essência. Com uma comunicação transparente e sem ruídos ao ponto de se conversar abertamente sobre qualquer assunto, sem desgaste, sem duplo sentido ou controvérsia.

Conhecer o próximo é tão difícil, pois o outro se esconde dentro dele mesmo e assim nunca sabemos como o outro efetivamente “funciona” e isso acaba atravancando as relações interpessoais.

Homens, mulheres, adolescentes, pessoas de todos os tipos e comportamentos, nessa “salada humana”, nos surpreendem sempre e nos proporcionam oportunidades para que possamos retirar experiências e vivencias das mais variadas, contribuindo assim para a caminhada em busca do autoconhecimento.

Poderia discorrer vários tipos de pessoas, cada qual com suas características e comportamentos, como a “Pobre menina rica”, “O insatisfeito”, “O Zé graça” “O famoso quem” enfim, estereótipos que muitos de nós conhecemos e “trombamos” nas ruas diariamente com esses personagens, muitas vezes reconhecemos e em outras nem percebemos pela correria do dia a dia.

Procure entender como as pessoas são, para que você possa aceitar o próximo como ele é, e assim também ser aceito pelos outros.

“Entender o outro é preciso. Mas está cada vez mais difícil.”

Mario Bastos


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