• MARIO BASTOS

Eu queria ser mãe


Eu queria ser mãe, para sentir no meu ventre o pulsar de um coração, fruto de um amor, sentir o bebê mexendo, chutando, conversando comigo, poder passar momentos e momentos acariciando minha barriga crescer, imaginando como ele será cor dos olhos, cabelos, etc.

Eu queria ser mãe para sentir as contrações, as dores do parto, ouvir o primeiro choro, a primeira mamada, passar noites sem dormir, sentir o coraçãozinho dele batendo sobre o meu, quando estivesse no meu colo.

Eu queria ser mãe para sofrer, me preocupar com a primeira febre, cantar para dormir, falar de “boca cheia” que o meu bebê é o mais lindo do mundo.

Eu queria ser mãe para amar verdadeiramente, tirar o alimento da minha boca para dar, “puxar a orelha” quando necessário e depois sozinha chorar por ter feito isso, ir nas suas reuniões e assistir suas apresentações da escola e ter o maior orgulho do mundo.

Eu queria ser mãe, para entender como ninguém, suas limitações, para valorizar cada acerto da sua vida, te consolar em cada tropeço que terás em sua vida e para aceitar você como és.

Eu queria ser mãe, para entender o que realmente você quer dizer quando derrama suas lágrimas, ou oferece seus sorrisos, sentir o que verdadeiramente carrega em seu coração, te esperar quando demoras para chegar, levantar para te acordar, esquentar comida para você e falar para não esquecer de escovar os dentes.

Eu queria ser mãe, para demonstrar que daria minha vida por você, te mostrar que serás minha eterna criança e que sempre será desprotegido.

Mas, como não posso ser , quero dizer a minha mãe - OBRIGADO MÃE, COMO A AMO.

Ser mãe é ser perfeita perante Deus.


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